um segundo carregado de glória, aconteceu em um segundo de normalidade.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
A esquerda é um roubo
Bom, devo confessar que não esperava escrever tão cedo sobre o tema. Talvez o assalto que sofri um dia desses tenha ajudado alguma coisa. Acho que só talvez.
Vou poupar-lhe dos detalhes do fato que me levam a escrever esse post. O que importará é saber que levaram pertences meus. E essa não é a esquerda? Pensemos. Ora, pegar o que eu produzo e dividir igualmente, sem o meu consentimento, entre todas as pessoas, que nem sempre são de bem, não é, em linhas gerais, o que a esquerda prega? E olha que só estou falando de distribuição de renda. Claro que em casos mais extremos, pense nesse momento na Venezuela se assim preferir, chega-se a um ponto em que não há mais nem o que dividir, porque ninguém mais produz. Chego a pensar que é pior do que um roubo, que leva apenas o que você tem na hora, um regime revolucionário te suga a cada instante, com uma sede insaciável. Esqueça o papo de que socialismo não quer todo mundo na pobreza e sim ter a oportunidade de dar uma tv de led pra todo mundo. Quem vai pagar por essas tvs? Deveria ser cada um que está a fim de comprá-las pra si.
E antes que você diga que Jesus prega esse regime, ele convida as pessoas a partilhar, mas a mesma Bíblia diz, quem não quiser trabalhar, que também não coma.
Vou poupar-lhe dos detalhes do fato que me levam a escrever esse post. O que importará é saber que levaram pertences meus. E essa não é a esquerda? Pensemos. Ora, pegar o que eu produzo e dividir igualmente, sem o meu consentimento, entre todas as pessoas, que nem sempre são de bem, não é, em linhas gerais, o que a esquerda prega? E olha que só estou falando de distribuição de renda. Claro que em casos mais extremos, pense nesse momento na Venezuela se assim preferir, chega-se a um ponto em que não há mais nem o que dividir, porque ninguém mais produz. Chego a pensar que é pior do que um roubo, que leva apenas o que você tem na hora, um regime revolucionário te suga a cada instante, com uma sede insaciável. Esqueça o papo de que socialismo não quer todo mundo na pobreza e sim ter a oportunidade de dar uma tv de led pra todo mundo. Quem vai pagar por essas tvs? Deveria ser cada um que está a fim de comprá-las pra si.
E antes que você diga que Jesus prega esse regime, ele convida as pessoas a partilhar, mas a mesma Bíblia diz, quem não quiser trabalhar, que também não coma.
A cada dia fico mais tímida. Impressiona.
Nos últimos tempos, ando me lembrando de muitas situações que passei, que se acontecessem hoje em dia eu não sei se teria coragem suficiente de vivenciá-las.
A começar que houve um tempo em que eu não tinha problema para tirar fotos, mas hoje eu nunca sei que sorriso fazer ao tirar uma, acho que por isso tendo a preferir as fotos espontâneas: eu não me preparei, eu não senti o frio na barriga, ela simplesmente aconteceu. Sem contar que no final acabo achando essas mais bonitas mesmo.
Eu já fui capaz de demonstrar mais meus sentimentos, e se hoje eu os escondo, não é por que já me magoaram muito, não, nem de longe essa é a razão. É claro que é chato ficar guardando um bocado de coisas para si, mas também não quero um bocado de gente carregando as minhas coisas. Enquanto eu tiver um papel e um lápis pra desabafar de vez em quando eu acho que estou bem.
Já fui mais sociável, de sair na ruas, interagir com as pessoas. Não que eu não interaja hoje em dia, mas já foi mais natural. Também, acho que a mídia deve ter a sua pequena contribuição nisso. Quando toda vez que você liga a TV e só ouve morte, sequestro, roubo, desesperança e coisas do tipo, fica difícil você sair na rua e ainda ter muita fé nos outros. Quero dizer, a gente fica acreditando que qualquer pessoa é aquele assassino em potencial, mas também pode colocar um simples mal-educado nessa lista.
Ou estamos apenas muito ocupados pra reparar nos outros. Quando criança, e acrescente o fato de mal haver internet naquela época, eu conversava muito com os adultos, houve até 1 ou 2 casos de acompanhar um adulto na praia, o palhaço de uma festa, mas essas coisas não resultaram em nada, por que graças a Deus, eram pessoas de bem. Hoje, volto a dizer que a pressa talvez contribua para a nossa timidez. Talvez a repetição do ato de ignorar nos impeça e nos faça esquecer de como entrar em contato com o outro.
Mas devo dizer que talvez o principal culpado de toda esse meu acanhamento sejam os livros. Quando você encontra lugares incríveis, assim como pessoas, e já tem o seu acesso de raiva com os vilões ou os palermas, a gente fica sem paciência de reviver isso no mundo real...
Nos últimos tempos, ando me lembrando de muitas situações que passei, que se acontecessem hoje em dia eu não sei se teria coragem suficiente de vivenciá-las.
A começar que houve um tempo em que eu não tinha problema para tirar fotos, mas hoje eu nunca sei que sorriso fazer ao tirar uma, acho que por isso tendo a preferir as fotos espontâneas: eu não me preparei, eu não senti o frio na barriga, ela simplesmente aconteceu. Sem contar que no final acabo achando essas mais bonitas mesmo.
Eu já fui capaz de demonstrar mais meus sentimentos, e se hoje eu os escondo, não é por que já me magoaram muito, não, nem de longe essa é a razão. É claro que é chato ficar guardando um bocado de coisas para si, mas também não quero um bocado de gente carregando as minhas coisas. Enquanto eu tiver um papel e um lápis pra desabafar de vez em quando eu acho que estou bem.
Já fui mais sociável, de sair na ruas, interagir com as pessoas. Não que eu não interaja hoje em dia, mas já foi mais natural. Também, acho que a mídia deve ter a sua pequena contribuição nisso. Quando toda vez que você liga a TV e só ouve morte, sequestro, roubo, desesperança e coisas do tipo, fica difícil você sair na rua e ainda ter muita fé nos outros. Quero dizer, a gente fica acreditando que qualquer pessoa é aquele assassino em potencial, mas também pode colocar um simples mal-educado nessa lista.
Ou estamos apenas muito ocupados pra reparar nos outros. Quando criança, e acrescente o fato de mal haver internet naquela época, eu conversava muito com os adultos, houve até 1 ou 2 casos de acompanhar um adulto na praia, o palhaço de uma festa, mas essas coisas não resultaram em nada, por que graças a Deus, eram pessoas de bem. Hoje, volto a dizer que a pressa talvez contribua para a nossa timidez. Talvez a repetição do ato de ignorar nos impeça e nos faça esquecer de como entrar em contato com o outro.
Mas devo dizer que talvez o principal culpado de toda esse meu acanhamento sejam os livros. Quando você encontra lugares incríveis, assim como pessoas, e já tem o seu acesso de raiva com os vilões ou os palermas, a gente fica sem paciência de reviver isso no mundo real...